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Rondoniense bem mais leve "sentiu" o peso do Galo

Final da 3ª rodada do estadual com muitas (in)definições. Quem acompanha essas mal traçadas, cheguei a escrever como título essa palavra: "será que teremos definições ou indefinições", pelo visto ainda muitas indefinições.

Quem esperava p. ex., a vitória do Guajará no Valerião frente ao Real Ariquemes, talvez o Tinho Damasceno. Pelo menos um empate entre Jipa e RSC, era a previsão e, no Portal da Amazônia a goleada do Barça em cima do Vilhenense. Goleada? Sim, pois no clássico local 3 a 2 já passa do normal. Por último, achei normal Genus 2 a 1 no VEC.

Meu foco será: Jipa 2 x 0 RSC

Quando usei que o RSC sentiu o peso do Galo da BR, literalmente os atletas do Ji-Paraná pegaram pesado na leve equipe do RSC. O árbitro da partida Sr. Thiago da Silva, aplicou tanto amarelo que, chegou a "amarelar" em não expulsar atletas do Galo.

O mais verde dos árbitros não poderia deixar de mandar para o chuveiro o segundo amarelado do Jipa, ainda no primeiro tempo quando ele foi pra acabar com a carreira de seu colega de profissão Marcolino do RSC, um carrinho criminoso por trás - parecia aquela propaganda da lâmina de barbear: o primeiro faz tchan, o segundo faz tchan tchan e o terceiro - nem deu tempo, o rapaz saiu de campo por volta dos 26' e, a avaliação final vai ser nessa segunda-feira(26).

A ideia nítida era; parar de qualquer jeito o camisa 10 do RSC - de maneira alternada -, isso tudo nos primeiros 45' de jogo. Aos 19' numa cobrança de escanteio da direita de seu ataque, Vitor Hugo com o pé esquerdo colocou na cabeça do bom volante Dick. Goleirão Rafael Alemão falhou, e Dick como autêntico artilheiro colocou no canto direito de cima para baixo: Jipa 1 x 0 RSC.

Nesta luta tática entre Batizoco x Luis Reis, sinto que o treinador do RSC falhou em mudar seu esquema de jogo que foi perfeito contra o Real, e neste de sábado quis segurar muito seu time. Ele teve uma ausência muito importante que foi o Índio. Teve momentos em que o Maranhão não tinha com quem dialogar - verdade que o Marcolino, repito, teve que sair por volta dos 26' e poucos minutos.

Entrou Wender na sua vaga. Hércules passou todo o tempo na lateral direita, e o Bú na esquerda sendo que ele tem um lateral esquerdo de ofício que é o Boka, e só entrou porque o Hércules não aguentou mesmo. Quem entrou bem no time foi o Paulinho. 

A verdade é que o RSC tem DNA de time ofensivo, essa característica de tirar a aproximação, de não adiantar a linha alta, não cabe. E quando pegar um time experiente como o Jipa, que sabe praticar o "anti-jogo" (parar as jogadas, meter medo numa meninada boa de bola e, com um juiz "amarelão"), é um prato cheio.

Até onde deu pra contabilizar foram 10 cartões, sendo um vermelho (para Joilso do RSC). O Jipa aumentou o placar aos 36' do 2º tempo com Assis, que acabara de entrar na vaga do Júnior - um golaço meio sem querer, mas se foi de canela ou de bico, vale é ter entrado - nesse não houve culpa do Rafael Alemão.

Fim de jogo: Jipa 2 x 0 RSC

Outros resultados da 3ª rodada:
Genus 2 x 1 VEC
Real 0 x 1 Guajará
Barcelona 3 x 2 Vilhenense

(*) Classificação após a rodada

1º) Barcelona...,07PG
2º e 3º) Vilhenense e Guajará...,06PG
4º) Rondoniense...,04PG
5º ao 8º) Real, Ji-Paraná, Genus e VEC...,03PG.

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