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RCP participou dos Jogos Regionais Norte de Bocha Paralímpica no vizinho estado do Acre

Jogos Regional Norte de Bocha Paralímpica/2014. Estes Jogos servem de seletivas para atletas da Região Norte, conquistarem vagas para participarem do Campeonato Brasileiro de Bocha Paralímpica/2014. Delegação do Rondônia Clube Paralímpico(RCP) participou do evento com os seguintes Atletas: Jean Carlos (Porto Velho) e Suelen Condori (Porto Velho). Acompanhantes: Nair Castro (Porto Velho) e Emiliana Condori (Porto Velho). Equipe Técnica: Prof. Rosilda Pereira (Cacoal/RO) – Juliana Teodoro (Porto Velho) – Raiane Cardoso (Porto Velho) e Edislaíne da Silva (Porto Velho).


ENTENDA UM POUCO SOBRE A BOCHA PARALÍMPICA:



Bocha paralímpica, assim como a bocha convencional, é um jogo de planejamento e estratégia ; é permitido o uso das mãos, dos pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. A habilidade e a inteligência tornam-se fundamentais no desenvolvimento das jogadas, com aplicação de técnicas e táticas adequadas a cada superação das deficiências.



Competem na bocha paraolímpica, paralisados cerebrais severos que utilizem cadeira de rodas.
O objetivo é jogar a bola o mais próximo do “jack”. Se duas bolas de cores diferentes ficam à mesma distância da esfera branca, os dois lados recebem um ponto. Vence quem acumula a maior pontuação.
O jogador é classificado de acordo com o grau de comprometimento motor ou limitação, sendo que em cada divisão jogam praticantes de ambos os sexos. As divisões são:



Os atletas são classificados em 4 classes distintas, chamadas de BC1, BC2, BC3 e BC4, o termo BC significa, Boccia Classification (Classificação da Bocha) e suas numerações referem-se a um determinado grau de comprometimento motor por parte do aluno. As classes BC1 e BC2 são estritamente designadas para praticantes com paralisia cerebral.



BC1 – O atleta tem paralisia cerebral com disfunção motora que afeta todo o corpo.Não é capaz de impulsionar a cadeira de rodas manual, tem dificuldade de alterar a posição de sentar-se; usa o tronco em movimentos de cabeça e braços, tem dificuldades em movimentos de segurar e largar e não tem uso das funções das pernas.



BC2 – O atleta tem paralisia cerebral com disfunção motora que afeta todo o corpo. Tem controle do tronco, mas envolvendo movimento dos membros, tem dificuldades em movimentos isolados e regulares dos ombros e é capaz de deslocar a cadeira de rodas com as mãos ou os pés;



BC3 – O atleta tem paralisia cerebral ou não cerebral, ou de origem degenerativa, tem disfunção locomotora grave nos quatro membros, não apresenta força e coordenação suficientes para segurar e largar a bola.



BC4 – O atleta tem grave disfunção locomotora nos quatro membros, de origem degenerativa ou não cerebral. A faixa ativa dos movimentos é pequena, demonstra pouca força ou severa falta de coordenação, usa a força de movimento da cabeça ou dos braços para o retorno à posição sentado após um desequilíbrio, precário controle de segurar e largar a bola, é capaz de movimentar e deslocar a cadeira de rodas mas não é capaz de realizar movimentos bruscos.
O jogador é classificado de acordo com o grau de comprometimento motor ou limitação, sendo que em cada divisão jogam praticantes de ambos os sexos.



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