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Genus e Rondoniense um primor de primeiro tempo

Que espetáculo de jogo foi o primeiro quarto de tempo da decisão do 2º turno do rondoniense-2016. Sim, teve dois minutos de acréscimos - vá lá 47 minutos de muita bola, de ambos os lados -, jogo lá e cá, um primor o primeiro tempo de Genus 2 x 2 RSC nesta noite de 23 de junho, no Aluizão.

Uma coisa que chamou atenção foi o que aconteceu em relação ao numeral sete(7), para este jogo:

- O primeiro jogo desta final estava marcado para o dia 16 (7 dias atrás); ai houve o recurso do Genus contra o Jipa; o TJD julgou o caso do atleta irregular, o Genus ganhou os pontos - o jogo veio para o dia 23/06;

- Aos sete(7) minutos de jogo o RSC quase abre o placar através de Fernandinho; aos 14' ou seja, sete minutos após, Lenno de cabeça faz: Genus 0 x 1 RSC;

- Aos 21' Alex de falta coloca no ângulo esquerdo alto do goleiro Dida: Genus 1 x 1 RSC;

- Ai para sair um pouquinho do sete(7), aos 31' o camisa sete(7) Quintino coloca o RSC à frente: Genus 1 x 2 RSC;

- Aos 38' (dá o quê 31 + 7), Alex voltando aos velhos tempos empata de pênalti: Genus 2 x 2 RSC;

Placar do primeiro tempo de 2 x 2, sem ficar a dever nada a um desses jogos globais das quartas-feiras.  Um primeiro tempo de intensidade (palavra da moda no futebol moderno), de profundidade. De parabéns os dois treinadores pela postura ofensiva de ambos.

Pelo SC Genus - o jovem comandante Guido Quetto, começa a mostrar sua cara na equipe -, sem abrir mão de três atacantes (Wellington, Pemaza e Tcharles), ainda ousou com Alex e Luciano Mourão no meio, na criação. Viram como Alex já estava mais solto hoje.

No RSC - a estreia muito boa do bom baiano Ionay da Luz - também jogou pra frente como deve ser. Escalou: Alegol, Fernandinho, Marco Aurélio e Lenno -, com Fernandinho voltando a ser o impetuoso do ano passado, levando pra cima da zaga adversária sem medo de cara feia.

Gostei! Aliás, gostamos. Pois o pequeno número de torcedores, 310 pagantes saíram do Aluizão com um gostinho de quero mais..., principalmente o primeiro tempo. Mas, vou falar da segunda etapa até porque ainda temos dois quartos de tempo para concluir o 2º turno - quem sabe o todo.

Nos 45' finais, que acabaram em 50' entrou o outro lado da moeda. E aqui não posso deixar de citar Sua Excelência o árbitro - não pensem que é marcação -, até porque eu também passei por lá, não apitando no profissional mas, bandeirando(é o novo!).

Ora Sr. Jonathan Antero que até gosto da maneira técnica de apitar, bem fisicamente, mas inseguro sem personalidade - alguém já deve ter lhe avisado que o jogo para o árbitro começa no segundo tempo -, palavras dos mestres: Antonio Queiroz, Lourival Becão - meu amigo se você naquela entrada criminosa do Tcharles (Genus), em cima do Cássio (RSC), aos dois ou três minutos do 2º tempo -, tivesse aplicado o que manda a lei (vermelho direto), não teria acontecido aquele tumulto.

Estava inseguro? Cheio de PMs lá na ponta do escanteio, o Sr. teria ganho a noite de seu trabalho. Dai pra frente qualquer falta tome formação de rodinha em cima do Jonathan. Acabou o brilho do jogo um segundo tempo nem de perto igual ao primeiro. Quanto aos assistentes, todos com bom trabalho.
(Confusão no 2º tempo de Genus 2 x 2 RSC - créditos: Alexandre Almeida)


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