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Genus faz um e sem harmonia leva virada do Cabral FC

O técnico interino José Francisco até que tentou. Nos primeiros 45 min de jogo, colocou um Genus no tradicional esquema 4-4-2 e, parecia que o time iria engrenar, logo aos 5 min Jr. Paraíba abre o placar numa jogada em que teve a participação do lateral esquerdo Boka, de Fernandinho até sobrar para o forte atacante que tocou na saída do goleiro do Cabral FC.

Mas, como eu disse parecia. Não é a toa que este time do Cabral joga junto há várias temporadas e também com várias mudanças durante o decorrer do jogo. Daí pra frente parecia que o Cabral é que estava se preparando para enfrentar um Ariquemes na próxima rodada. O Genus perdeu-se em campo, o miolo da zaga continua sendo o ponto nevrálgico e no meio de campo penso que falta um articulador. O homem que grita, incentiva. Será que não foi precipitada a saída de Jânio Guerreiro?

Ainda no primeiro tempo o árbitro Herley Silva - por sinal bem no jogo, o trio -, marcou pênalti em favor do Cabral FC. Foi lá de pé esquerdo Careca, canto direito do goleiro Thiago indefensável era o 1 a 1, placar do primeiro tempo. Na volta do intervalo, o Genus praticamente com o mesmo time que terminara os 45 min e,quem volta melhor.

Justamente o time de preto do Cabral FC. Não demorou nem 5 min, mais um pênalti marcado em desfavor do Genus. Quem cobra, claro o Careca nº 20 desta vez meia altura e coloca o Cabral à frente do placar. Genus 1 x 2 Cabral.

Para sair o terceiro gol do Cabral estava mais próximo, do que o empate do Genus. E foi justamente o craque Pemaza ali por volta dos 30 min, ele dominou a bola girou em cima da zaga do Genus chutou no canto alto do goleiro Aranha, estava decretado a goleada do Cabral em cima do Genus. 3 a 1 de virada.

Neste momento, Zé Francisco começa a mudar o time. Por exemplo tira o Sabiá e coloca o Felipe Tigre; tira o Fernandinho e coloca o Baiano, entra também Railton o baixinho de Humaitá. E aqui vai alguns detalhes:

Antes que a coisa degringole (epa!), foi até bom a diretoria anunciar o nome do novo técnico Paulo Miranda, que chega vai ainda observar não vai ficar à beira do campo no próximo compromisso da equipe - quem estará por lá será Zé Francisco -, e até ele entregar o bastão a diretoria tem que lhe dar respaldo para que não aconteça de atletas ser substituído e sair de cara feia - cara feia não, porque já são bastante adultos -, sair de beicinho, gesticulando.

Eu vi por exemplo o atleta Palermo que ainda está contundido, dar um pique para ir buscar uma bola que havia caído do outro lado do muro do Aluizão. Vi os dois goleiros  treinando forte com o preparador Jhonatan e, numa alegria total. Ninguém quer ser substituído, sei disso. Mas, vamos dar moral para o companheiro que entra em campo.

Parabéns a bela equipe do Cabral FC. Seu treinador e conselheiro pode muito bem inscrever este timaço no profissional. Já estivesse valendo, teria 4 pontos - lembram do primeiro jogo - empate.

Tivemos ainda três expulsões: dois do Genus (Roger e Canhoto) e Andreonei pelo lado do Cabral. 

Ah, o Genus jogou com: Wagner (Thiago) e (Aranha); Roger, Sabiá, Richards e Boka; Choco, Cavalo, Fernandinho e Canhoto; Jr. Paraiba e Kastor. Entraram: os goleiros a cada 30min e Railton,Tigre, Baiano.

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