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Não agrega nada

Não estive no Aluizão no último sábado(28), fui fazer o jogo do Biancão no mesmo horário às 19h. Portanto, não tive o desprazer de presenciar o bate-boca entre o delegado do jogo: RSC 2 x 0 Real e o técnico do Real Sr. Paulo Shardong.

Quem tem ou não razão, cabe ao TJDF resolver. Porém, o meu pitaco é de lei: Shardong foi um dos profissionais deste rondoniense ffer-eucatur que está quase se encerrando, com quem eu me identifiquei bastante; profissional que mostrou que entende do riscado.

No primeiro turno o time dele foi osso duro de roer, chegando inclusive nos calcanhares de RSC e Genus para a disputa do turno. No segundo turno, perdeu alguns atletas (por desistências dos próprios atletas e, por outras vantagens), não houve a reposição devida. Mesmo assim bateu seu maior rival o Ariquemes e pontuou fora de casa.

Paulo Shardong assim como o outro treinador também "estrangeiro" Ariel Mamede, foram expulsos de suas áreas técnicas e, como hoje em dia o técnico também cumpre a automática assim como os atletas expulsos - cumpriram -, mas foram penalizados também em pecúnia.

O Ariel como tinha uma decisão de turno, seu diretor de futebol meteu a mão no bolso e pagou. Quanto ao Paulo Shardong ficou adimplente - cabia a ele, ou ao clube -, pagar essa multa. Não foi paga, e em novo julgamento o homem pegou 60 dias de suspensão.

Sabe o que é 60 dias sem poder exercer sua profissão na área técnica? Que o diga o Babinha, pegou 12 jogos e mais uma multa pesada, até hoje não pode mais correr dentro de campo como massagista.
Voltando ao Shardong e ao delegado do jogo, a multa foi quitada mas quanto a suspensão nada fora feito.

Por isso o teor dessa discussão besta, que só leva sinal negativo ao nosso futebol. Aliás, se não tiver um fato negativo em nosso futebol, ele não será lembrado. Negativo, esse ano maravilhoso que estamos chegando à metade já tivemos a ótima participação do Genus na Copa do BR, no início do ano tivemos a bela participação do Espigão na Copa SP.

Mas, e sempre tem um mas para atrapalhar. Ano passado tivemos jogadores do VEC saindo às escondidas para suas cidades de origem, tivemos problemas com o técnico Márcio Bitencourt do mesmo VEC. Agora já houve essa desistência do Rolim.

Agora uma perguntinha simples ao delegado do jogo - pessoa que também admiro -, a função do delegado do jogo é de está batendo boca com o suposto infrator? Inclusive fala na definição desta função de discrição, sem alarde - repito, estou me baseando por vídeo postado em site especializado.

E, não me alongando mais quero dizer ao nobre amigo Shardong falta ainda muita coisa amigão para um futebol realmente profissional: uma delas, a total indiferença dos clubes para junto ao TJDF, no dia de julgamento raramente você vê um defensor.

Outra com relação aos árbitros, me nego a acreditar que haja árbitro olhando para escudo - fosse assim o mesmo castigo dado a um técnico do interior, na capital também -, só que o Tadeu estava lá no dia do julgamento do Sr. Ariel Mamede.

Finalmente dizer mais uma vez, este tipo de caso não agrega em nada. Concordo com o Prof. Shardong que poderia está em seu trabalho, produzindo, revelando valores para o nosso futebol. Aconteceu tudo isso, vamos a uma reflexão!


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